"I know someday you'll have a beautiful life, I know you'll be a star
in somebody else's sky"
Muita gente e muita solidão.
domingo, 23 de dezembro de 2012
sexta-feira, 7 de dezembro de 2012
segunda-feira, 12 de novembro de 2012
Bom dia Sr. Coração, como se sente hoje?
Pelos olhos da fotografia não vejo o real
encaro menos o obturador
e quando encaro
vejo tudo ao contrário
não existem mais cabelos vermelhos
em minha cama. ou vida.
mas, ainda tenho a cama
...e a barba.. ah, muita barba...
r-r-r-odas!
tenho os lábios secos de tanto tagarelar
e a única certeza continua a mesma:
Se eu pudesse nunca mais desceria desse ônibus.
terça-feira, 1 de março de 2011

Pelo menos uma vez na vida alguém apontará uma arma pra você, bem na altura do peito. Uma coisa certeira, como se fosse uma doze a menos de um palmo de seu peito prestes a ser puxado seu gatilho. Justamente nessa hora, você terá consigo um violão com algumas cordas faltando mas não se importará muito, olhará nos olhos dessa pessoa e não acreditará no possível apertar de um gatilho. Um sorriso vai tomar seu rosto de uma forma deslumbrante, um singelo piscar de olhos irá tomar seu olhar e tudo isso como se a arma não existisse à sua frente, como se você não soubesse o seu poder, como se ela não fosse fatal.
segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011
terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

"Quando o teu coração se ilumina do suave colorido do pôr-do-sol, lembra-te que alguém amanheceu contigo.
Quando o fogo da paixão abrasa o teu coração, consumindo todas as tuas fibras, na imolação do prazer, lembra-te que alguém acendeu esta chama.
Quando teu rosto não puder conter a torrente de lágrimas que se afundam pelas dobras do travesseiro, lembra-te que existe alguém te esperando de lenço na mão.
Nas horas felizes, partilha com ele teus sorrisos;
Nas horas de solidão, vai, levanta-te e o procura, onde quer que ele esteja."
Nas horas de solidão, vai, levanta-te e o procura, onde quer que ele esteja."
quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011
Copacaboom
Não entendo porque estamos aqui. Olho ao meu redor e só vejo o que não temos.
Todos parecem tão felizes
Entendo muito bem quando você diz pr'eu não atrapalhar quando você está conversando com esses homens estranhos, que se vestem muito bem e normalmente possuem um cheiro muito agradável. Mas toda hora que passam não lhe dão atenção e tentam fingir que você não existe.
Alguns até olham, mas suas expressões são de nojo ou medo de algo que eu realmente não consigo entender. Fico indignada, nervosa, com raiva, mas não posso fazer nada pois a senhora pediu né, mãe...
Quando vem em minha direção, vejo seus olhos vermelhos. Não sei se é de raiva ou tristeza ou os dois juntos só sei que mesmo assim tenta manter a pose de durona, mas logo desaba em lágrimas.
Lágrimas que escorrem entre seus dedos e unhas sujas por conta de ser escrava de tudo isso.
Não consigo entender porque eles não gostam da gente. Sempre com alguma desculpa, correm ou se dizem atrasados.
Por enquanto fico só olhando... mas um dia, assim como essa raiva toda que habita meu ser, eu crescerei também, e farei tudo ficar melhor pra gente. Prometo, mãe.
Assinar:
Comentários (Atom)
