
terça-feira, 1 de março de 2011

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011
terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Nas horas de solidão, vai, levanta-te e o procura, onde quer que ele esteja."
quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011
Copacaboom
terça-feira, 1 de fevereiro de 2011
segunda-feira, 31 de janeiro de 2011
Brunna, me diz algo bonito..
Um dia a gente dá conta que ama de verdade. Não sei quando acontece. Se é em meio a chuva, quando você vê o jeito que ele passa manteiga no seu pão, ou como ele discretamente vira pra você e sorri enquanto passa uma beldade ao seu lado na rua. Aperta bem a sua mão como se dissesse "pra mim você é única". Essas e outras pequenas coisas fazem com que o amor cresça sempre, amadureça e fique forte pra aguentar as tormentas dos anos vindouros. O ruim é quando esse sentimento acaba (e se acabou não era amor) e você se pergunta aonde é que errou, quando isso aconteceu? Diz um trecho de algo que li, que "amar quem te ama é muito fácil. Difícil é amar quem te odeia", algo assim. Pensei que é verdade, se eu só consigo amar as pessoas que me amam, estão sempre sorrindo pra mim, me elogiando, que mérito vou ter? Agora, quando a pessoa que a gente diz amar precisa, não está bem, ou está passando por alguma fase complicada a gente desiste, cansa, melhor ser só. Porque o amar consiste em caminhar, pular as pedras, ou tropeçar nelas, mas juntos. O amor vence tudo, vence barreiras de tempo, idade, distância. Mas só quando é de verdade. Errar é humano, o outro nos dá vontade de melhorar, superar erros, aceitar. Se alguém diz que te ama e te maltrata, te ofende, não quer estar ao seu lado, pula fora! O amor verdadeiro é delicioso, sempre cresce dentro do peito. Se não fosse assim, não passaríamos a vida procurando. Ser volúvel uma hora cansa e é duro sim conservar, manter e cultivar um grande sentimento. Mas eu sei que vale a pena.
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*B'runna C'ruz
sábado, 29 de janeiro de 2011

Queria poder dizer tanta coisa, fazer tanta coisa, ser tanta coisa, mas tudo que consigo ser, é isso aqui.. nada de elogios verdadeiros fervorosos e de reconhecimento.

